Um dos grandes objetivos do Greenpeace Brasil em 2024 foi evidenciar, denunciar e monitorar o desmatamento dos biomas, RONALDO!
Repetimos inúmeras vezes que as queimadas são, na maioria das vezes, criminosas.

Evidenciamos essas crises através de diversas investigações, como:
O caso de Claudecy: fizemos um levantamento, com base em dados públicos , que revelou que o Banco do Brasil concedeu mais de R$ 10 milhões em crédito rural ao fazendeiro Claudecy Oliveira Lemes.
Ele foi acusado de utilizar, ilegalmente, em suas fazendas no Pantanal agrotóxicos desfolhantes para a prática de desmatamento químico de vegetação nativa.
A investigação também revela que o fazendeiro forneceu gado para a JBS entre 2020 e 2023. Saiba mais clicando aqui.
"Dia do Fogo: 5 anos mais tarde": produzimos um documento que revisitou as 478 propriedades onde foram identificados focos de fogo durante os dias 10 e 11 de agosto de 2019, no Pará.
Para quem não se lembra, a gente resume! Em um contexto de enfraquecimento da gestão ambiental no país, fazendeiros da região iniciaram - de maneira coordenada - um grande número de queimadas criminosas.
Essas fazendas seguem com altos índices de desmatamento e queimadas recorrentes, além de algumas delas terem obtido recursos do crédito rural, instrumento da política agrícola brasileira.
Bancando a extinção: lançamos o relatório que trazia vários casos em que os bancos direcionaram empréstimos via crédito rural para produtores envolvidos em violações socioambientais - Leia aqui!
Em maio, nossa equipe voluntária também foi às ruas para protestar. 12 grupos participaram das ações!
A pressão funcionou! Após poucos meses da campanha "Bancando a Extinção”, conseguimos importantes reconhecimentos da justiça. O Ministério Público Federal recomendou que bancos parem de financiar invasores de Terras Indígenas e áreas protegidas.
Essas recomendações são um avanço no combate a esse problema, mas vamos continuar. A luta ainda não acabou e você pode apoiar nosso trabalho!
Faça uma doação e ajude o Greenpeace Brasil a continuar criando campanhas que protejam o presente e futuro das nossas florestas.
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