O gado da NASA – Complexo de vira-lata
Dia 22 de agosto, Dia do Folclore no Brasil e coincidiu com a Lua Cheia. Foi uma grande oportunidade para abordar o rico folclore do nosso país e divulgar a Lua sendo personagem de episódios vinculados às diversas manifestações culturais.
Mas o que os “grandes mestres da divulgação astronômica” (com aspas) daqui fizeram? Lua Azul.
Mais uma vez, no velho estilo copia e cola, preferiram espalhar algo que nada tem a ver com a nossa cultura.
Oh, “grandes mestres” que entram no perfil alheio para arrotar sua “otoridade” quando alguém toma a postura de não entrar na onda de superluas, luas coloridas e afins, onde estão suas sapiências?
Cadê a Lua do Saci, por exemplo, como alguém havia mencionado antes?
Será por que não coincidiu com o perigeu? Ora, mas o pessoal dos “isteites” não precisam esperar a lua coincidir com o perigeu para dar nomes a ela.
Ah! Já sei! A NASA não disse nada, não é mesmo? A “(N)ossa (A)utoridade (S)uprema em (A)stronomia” não fez qualquer menção ao folclore brasileiro.
Afinal, falar do folclore do nosso país não deve dar engajamento, os clickbaites, as curtidas tão desejadas. Precisa esperar a NASA se manifestar, mandar abanar o rabinho, sentar, latir e pegar a vareta.
Definitivamente, não dá para levar vocês a sério...
Agora preciso interromper. É hora da oração de frente para o altar da NASA. Todos de joelhos:
Oh, NASA que estais no céu!
Santificado seu o seu nome.
Venha a nós os seus links!
Seja feita a sua vontade,
Assim na Terra como no espaço.
A superlua nossa de cada mês nos dai sempre
Perdoai as ofensas
Inclusive aquelas que pensamos quando não temos argumentos.
Não nos deixeis cair a monetização
Mas livrai-nos da fome. Amém!
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