Ateus

Sigmund Freud - Stephen Hawking  -  Hipátia de Alexandria -  Andrei Sakharov - Ayn Rand - 
Thomas Edison - Albert Einstein  - José Saramago -  Alinne Moraes - Andréa Beltrão - Angelina Jolie - Antônio Fagundes - Björk -  Brad Pitt -  Caetano Veloso -  Morgan Freeman -  Bill Gates - Camila Pitanga - Mel Lisboa - Tony Bellotto - Jorge Furtado - Keira Knightley


Ok, Deus nunca foi muito popular entre cientistas. Uma pesquisa de 1998, publicada na
revista Nature, revelou que 72,2% dos físicos e biólogos ligados à Academia Nacional de Ciências, dos Estados Unidos, não acreditavam na existência dele. E boa parte dos filósofos também não é fã da ideia de um todo-poderoso criador do céu e da Terra.

Em 2013, uma pesquisa que ouviu mil membros de departamentos de Filosofia em faculdades americanas, canadenses, europeias e australianas concluiu que 72,8% deles se consideravam ateus. Uma admissão que se assemelha mais a uma confissão de culpa num mundo dominado pelos crentes.

Um levantamento de 2017, publicado em The Oxford Handbook of Atheism, constatou que só 7% da população mundial é de indivíduos que se dizem ateus (que negam a existência de Deus) ou agnósticos (que acham impossível saber se Ele existe). Todos os outros 93% acreditam em uma força sobrenatural superior.

Sim, os incréus são minoria. E, como outras minorias, sofrem preconceito. “Há uma conotação negativa relativa à descrença. Todos os termos utilizados para designá-la são formados por um prefixo privativo ou negativo: a-teísmo, des-crença, a-gnosticismo, in-diferença”, aponta o historiador francês Georges Minois. “Muitos descrentes convictos ainda hesitam em se proclamar ateus. O termo não é neutro e dele ainda exala um vago odor de fogueira.”

Dependendo do período histórico e do lugar, assumir a descrença no Deus vigente poderia ser considerado crime hediondo. E nem é preciso voltar aos tempos da Santa Inquisição. Segundo um relatório do Parlamento Europeu de 2017, pessoas não religiosas estão submetidas a “discriminação severa” em 85 países do mundo. Em algumas situações, osdescrentes estão mais malvistos que outras minorias tradicionalmente perseguidas.

Uma pesquisa de 2007 encomendada pela CNT/Sensus mostrou que 84% dos brasileiros votariam em um negro para presidente, 57% em uma mulher, 32% em um homossexual, mas só 13% dariam o cargo a um ateu. Não é à toa que políticos fogem do tema como o Diabo da cruz.

Em novembro de 1985, num debate na TV entre os candidatos à Prefeitura de São Paulo, Fernando Henrique Cardoso, até então favoritíssimo a conquistar o mandato, hesitou diante de uma pergunta capciosa do jornalista Boris Casoy: “O senhor acredita em Deus?".

FHC reclamou ao vivo da pergunta, disse que era uma armadilha, porque o povo brasileiro é muito religioso. Afirmou que era uma questão de foro íntimo e, para não responder com todas as letras que, não, não acreditava, improvisou esta fala: “Respeito a religião do povo e, na medida em que respeito as várias religiões do povo, estou, automaticamente, abrindo uma chance para a crença em Deus”.

Não colou, claro. E Fernando Henrique Cardoso, que já vinha sendo acusado pelo
adversário, Jânio Quadros, de ser “ateu e maconheiro” (daí a pergunta de Casoy), perdeu
uma eleição que considerava ganha. O preconceito contra ateus não é de hoje. E ele não surgiu com a descrença em nenhum dos deuses das grandes religiões monoteístas. Porque o ateísmo é mais antigo que essas religiões.

Cerca de 2.500 antes de Cristo, sábios indianos já haviam proclamado que “o céu é vazio”. E também esses pensadores são mais recentes que a falta de fé em Deus – porque ela nasceu junto da primeira noção de pensamento religioso, nos mais primitivos entre nossos ancestrais.


Consciência mítica

No princípio, era o mito. Grande parte dos etnólogos defende a tese de que a mentalidade do homem pré-histórico não sabia separar o natural do sobrenatural. Para ele, tudo seria comum e sagrado ao mesmo tempo. Não apenas outros seres humanos e animais, mas tudo que estivesse no cenário do seu entorno teria “intenções” a nosso respeito.

Esses brucutus não racionalizavam se uma pedra ou uma árvore, ou um raio, poderia ter qualquer santidade. Mas associavam poderes metafísicos a esses elementos. Sabe quando o cachorro começa a latir para uma bola porque ela bateu na parede e voltou em sua direção, como se fosse por vontade dela? Essa era a realidade mítica em que viviam nossos avós mais distantes.

Mas o que isso tem a ver com o ateísmo? Tudo. Porque essa percepção teria gerado duas
ideias na mente ainda pobre de raciocínio do humano primitivo. Levando em consideração que ele acreditava que esses objetos e fenômenos da natureza tinham poder, seu medo podia percebê-los da seguinte maneira: se esse poder era atribuído ao próprio objeto (a controvérsia: há autores que apontam a morte, outros falam em ostracismo (exílio) ou prisão.


Mas por que um estado de tolerância religiosa mudou assim, tão radicalmente, no berço da democracia? A ideia do decreto persecutório veio de Diopites, que ganhava a vida
como adivinho. Qualquer especulação filosófica que inspirasse a descrença nas divindades era mau negócio para quem vivia de interpretar as intenções dos deuses.

O crime de impiedade foi uma lei que pegou mesmo na Grécia Antiga. A sociedade
seria protegida pelos deuses, e a falta de fé neles colocava essa proteção em risco – ameaçando toda a comunidade. Fazer uma série de rituais de adoração era, portanto, um ato de cidadania – e desdenhar dos compromissos com os deuses equivalia a se assumir como inimigo do Estado.


Império da razão

Apesar de ter mais movimentos céticos do que se imagina, a Idade Média fez jus à reputação de período no qual a devoção estava sempre em primeiro lugar nos valores da sociedade. Uma época terrível para os ateus – tementes aos tribunais eclesiásticos. O progresso do conhecimento científico, no entanto, levou a Europa a um período que buscaria o avesso da transcendência medieval.

O Iluminismo foi um movimento multifacetado que, entre os séculos 17 e 18, promoveu 
mudanças sociais, políticas e econômicas com uma bússola muito diferente da que antes se guiava pelo divino. O caminho dos iluministas sempre procurava enaltecer a razão em
detrimento do pensamento religioso. Não era um movimento ateu, mas o ateísmo encontrou mais espaço e liberdade num ambiente aberto à indagação.

Seu precursor, o filósofo francês René Descartes, afirmou em seu clássico Discurso do Método que tudo poderia – e deveria – ser questionado. “O espetáculo do mundo nos oferece frequentemente cenas de violência e intolerância, nascidas de preconceitos que querem se impor pela força, na ausência de questionamentos e, sobretudo, do exercício da razão.

”Era uma punhalada no peito de uma Igreja que sobrevive, em grande parte até hoje, à base de dogmas. Aos ensinamentos impostos pela religião, os iluministas responderam com o nascimento da Enciclopédia – ou Dicionário Racional das Ciências, Artes e Profissões, a monumental obra editada por outro francês, Denis Diderot.

Seus 35 volumes continham mais de 71 mil artigos de cientistas, filósofos e pesquisadores. Além de um compêndio das tecnologias do período, era um conjunto elaborado com o intuito de destruir superstições, promovendo a secularização da aprendizagem. Nessa odisseia do conhecimento fora dos vitrais das igrejas, o Iluminismo defendeu a livre escolha de crença pelos indivíduos – incluindo a escolha de não seguir fé nenhuma.

O padre ateu

Teve ainda grande impacto naquele século 18 o escandaloso manifesto do abade Jean Meslier. Morto em 1729, ele deixou como “herança” três imensos manuscritos destinados aos padres da vizinhança. E o conteúdo não podia ser mais surpreendente. Após meio século ministrando os sacramentos aos fiéis locais, Jean Meslier confessou que era ateu – e estimulou seus colegas a refletir e abandonar a propaganda de algo tão real quanto o coelhinho da Páscoa.

“Asseguro que, caso sigais a clareza natural de vosso espírito, vereis que todas as religiões do mundo não passam de invenções humanas, e que tudo que vossa religião vos ensina, e vos obriga a crer, como sobrenatural e divino, é no fundo erro, mentira, ilusão e impostura”.

É dos escritos desse abade uma frase que se tornaria famosa em seu extremismo anticlerical: “O homem só será livre quando o último rei for enforcado nas tripas do último padre”. Apesar de as autoridades locais fazerem de tudo para abafar esse tratado filosófico do ateísmo, assumidamente influenciado pelas ideias do iluminista Descartes, elas não tiveram o zelo de incendiar aqueles papéis escritos com pluma de ganso.

Cinco anos após a morte de Meslier, já havia cópias de sua obra-testamento circulando em Paris. E de lá se disseminaram por toda a Europa, influenciando pensadores e
gente da alta nobreza. Chegaria, inclusive, à União Soviética já do século 20, onde fez sucesso. Ideólogos marxistas identificaram um forte parentesco entre o ateísmo do padre e o de Karl Marx, o inspirador do comunismo.

Pais do ateísmo moderno

Segundo Marx, o ser humano é aquele que produz (Homo faber) o que é necessário para
suprir suas necessidades, gerando assim seu bem-estar. Mas, como os boletos muitas vezes ganham a corrida contra essa nossa capacidade de produzir, as pessoas também criaram uma ilusão metafísica chamada Deus para nos acolher nos momentos de dificuldade – e para nos dar uma recompensa futura com bens celestiais na vida eterna.

Para Karl Marx, a religião é uma alienação – um ópio para amenizar o sofrimento do povo. Entre os séculos 19 e 20, o ateísmo encontrou novos espaços de expressão graças a pensadores revolucionários como Marx, que mudaram a forma como nos relacionamos com a realidade. Os outros foram o alemão Friedrich Nietzsche, o britânico Charles Darwin e o austríaco Sigmund Freud.

Nietzsche – sempre lembrado por ter anunciado que “Deus está morto” – afirmou que o pensamento religioso é uma invenção do próprio homem para conseguir lidar com seu  sentimento de indiferença em meio ao Universo – uma constatação que a ciência trouxe ao revelar que a Terra é menor que a cabeça de um alfinete se comparada com a vastidão do cosmos.

O filósofo criticava, no pensamento cristão, derivado dos escritos de Platão, a ideia de que vivemos numa realidade apenas aparente, havendo um outro mundo “real” mais importante, como o Paraíso. Para ele, só o que existe é este mundo físico em que habitamos, e a fé religiosa nos impede de aproveitá-lo.

Nietzsche se considerava um “imoralista”, não porque pregasse a falta de moral, mas porque deveríamos superar toda a moral que tem a religião como fonte. Assim, colocou em xeque as noções do bem e do mal, do que é certo e errado.

O filósofo alemão foi muito influenciado por Charles Darwin, o naturalista que golpeou a ideia de um Deus artesão de tudo (a teoria criacionista do design inteligente) ao provar, cientificamente, que as criaturas que encontramos hoje na Terra – incluindo o próprio ser humano – são fruto de uma seleção natural imposta pela evolução.

Suas descobertas sobre a origem das espécies criaram um esvaziamento na concepção religiosa da criação do mundo. Já Freud deixou explícito seu ateísmo ao tratar das origens e da função da religião na sua obra O Futuro de uma Ilusão. Para o inventor da psicanálise, nosso inconsciente engendrou Deus como um pai onipotente que nos dá segurança, em contraponto ao nosso pai biológico imperfeito, incapaz de nos salvar dos perigos da vida – e da própria morte.

Freud via três grandes males derivados da religião: 1) o de nos manter num estado de imaturidade psicológica, na qual não buscamos com afinco a superação de nossas dificuldades porque “Deus há de prover”; 2) o de promover um mundo de ilusão no qual projetamos nossos desejos; 3) o pensamento religioso ser essencialmente, na perspectiva freudiana, uma doença mental, uma neurose.

Crença e indiferença

Freud achava que a sociedade rumava para o fim da religião – e que o conhecimento proporcionado pela psicanálise contribuiria para isso. Bom, essa visão não se confirmou. Em pleno século 21, quando sabemos que somos formados por uma quantidade incontável de células e que uma pequena alteração no nosso DNA pode nos adoecer ou mudar uma característica da personalidade, o mundo ainda tem uma prevalência de crentes em Deus (como confirmam as porcentagens mencionadas no início deste texto).

Mas alguma coisa mudou. As transformações culturais do Iluminismo e a influência
de gente como Marx, Nietzsche, Darwin e Freud revolucionaram a forma como a população lida com o pensamento religioso. Se pouca gente abraça o ateísmo abertamente, a postura secularizada das sociedades desenvolvidas (não estamos usando o Talibã como referência, claro) gerou uma indiferença à questão de se Deus existe ou não.

Quanta gente você conhece que diz ter uma fé, mas que “não é praticante”? Pesquisas demonstram que, embora a maioria declare acreditar em Deus, para muitos essa crença é puramente abstrata e não tem nenhuma influência em seu comportamento do dia a dia. O filósofo Leandro Karnal, em seu canal do YouTube, explica que, mais jovem, foi um
religioso fervoroso, chegando a estudar para ser padre, até que suas percepções acabaram levando-o ao ateísmo.

“Eu não sei como, de um grupo de moléculas, surgiu a vida na Terra, mas eu não sei a origem de quase tudo. Só que me pareceu infantil começar a aplicar essa origem a uma entidade, um ser superior.” Ele não gosta, no entanto, de ser chamado de ateu. “Não gosto porque é uma negação. Seria como eu dizer que você é um ‘não italiano’, um ‘não hindu’. Me definir pela ausência que você sente é estranho. Hoje para mim o ateísmo é uma posição tranquila, como já foi tranquila a fé”, explica o filósofo.

“A única coisa essencial é o respeito à posição de todas as pessoas – de quem profundamente acredita, de quem não acredita, de quem é indiferente a acreditar ou não. O importante é ser ético. E aí não importa muito para quem a sua mente se volta.”


Costuma-se dizer que Hume é o primeiro grande filósofo ateu, mas isso não é muito preciso. Não há em sua obra um posicionamento claro, o que encontramos é uma postura crítica em relação à religião, tanto a institucionalizada quanto a religião natural dos círculos intelectuais da época. É possível que ele fosse ateu, mas tomando como base a sua filosofia, é mais provável que ele suspendesse o juízo sobre a questão, visto que ela excede largamente os limites daquilo que podemos conhecer.



Dawkins é ateu, vice-presidente da Associação Humanista Britânica e defensor do movimento bright.[6] Ele é conhecido por suas críticas ao criacionismo e ao "design inteligente". Em seu livro O Relojoeiro Cego, de 1986, critica a analogia do relojoeiro, um argumento para a existência de um criador sobrenatural baseado na complexidade dos organismos vivos. Em vez disso, ele descreve os processos evolutivos como análogos a um "relojoeiro cego".  Medalha de prata da Sociedade Zoológica de Londres (1989) Prêmio Michael Faraday (1990) Prêmio Internacional Cosmos (1997) Prêmio Kistler (2001), Prêmio Lewis Thomas (2006)

Nietzsche
Nietzsche é o filósofo que anunciou a morte de Deus. 

Danton Mello

O ator e dublador brasileiro Danton Figueiredo Mello falou sobre sua religiosidade em entrevista ao caderno "Variedades" do "Jornal da Tarde" em 2010. "Sou ateu. Não preciso de religião nenhuma para praticar o bem. Não é nenhuma religião que vai ditar meus valores morais", disse ao ser questionado sobre o acidente de helicóptero que sofreu em 1998 em Roraima. Ele afirma que o acidente "foi puro acaso, sorte, foi forte".

 
Hugh Laurie

O ator e músico britânico por trás do famoso médico Dr. House, Sir James Hugh Calum Laurie, de 59 anos, cresceu em uma família presbiteriana, mas hoje se considera ateu: "Eu não acredito em Deus".  Segundo ele, se existisse um Deus ou alguma outra forma de destino controlando a nossa vida, ao você tomar algo como certo ou fazer algo ajudando o próximo, receberia alguma forma de resposta

 
John Lennon

O músico integrante dos Beatles nunca escondeu ser ateu. Em 1965, ele causou polêmica com a seguinte declaração: "O cristianismo vai acabar. Ele vai desaparecer e encolher. Não preciso argumentar com isso; eu estou certo e isso vai se confirmar. Nós somos mais populares que Jesus agora". Além disso, em 1970, John Lennon escreveu a música God (Deus, em inglês), que tinha uma série de versos refutando as crenças em coisas como Jesus, a Bíblia, Buda, magia e várias outras.

 
Fábio Porchat

O apresentador já declarou ser a favor de um Estado laico. Ateu, Porchat também considera o envolvimento de religiosos com a política um atraso para o país. Porém, em entrevista à revista "Playboy", ele disse que gosta de estudar crenças e revelou já ter lido a Bíblia: "Para mim, tudo isso é uma junção de coisas, de lendas e de histórias, que eram uma forma de ensinar as pessoas. E são lendas bacanas".

 
Morgan Freeman

Apesar de já ter interpretado o próprio Deus no cinema, Morgan Freeman não acredita em entidades religiosas e sempre destaca a importância da ciência. Em entrevista à revista "Época", elecomenta o motivo de não seguir uma religião: "Comecei a formar opinião sobre religião aos 13 anos. Nos dez anos que se seguiram, li a Bíblia e os livros de grandes filósofos. E cheguei a uma conclusão que teria de olhar mais para o lado científico das coisas. Não aceito religiões que prometem o paraíso após a morte".

 
Camila Pitanga

Em uma entrevista ao programa da Xuxa, a atriz e apresentadora brasileira Camila Pitanga revelou não ter religião. A atriz não foi batizada por nenhuma igreja, nunca estudou a fundo sobre nenhuma religião e também não frequentou nenhuma. Porém, ela confessou que fala “Ai, meu Deus” quando acontece algo, pois essas expressões religiosas estão entranhadas em nossa cultura. "Deus é uma ficção, e o homem tem essa necessidade de se proteger numa coisa universal" revelou a atriz.


Daniel Radcliffe

O eterno Harry Potter cresceu em uma família de cristãos e judeus. Apesar disso, ele mantém uma postura neutra quando se trata de religião: "Sou ateu mas sou muito tranquilo em relação a isso. Apesar disso, tenho um respeito enorme pelas pessoas que acreditam, cresci e vivi em uma casa com muitas pessoas religiosas". O ator ainda ressalta que sua geração tem que desenvolver seu próprio senso religioso e moral.

 
Andréa Beltrão

Em entrevista à revista "Marie Claire", a atriz se mostrou completamente cética quando questionada sobre religiões: "Não acredito em nada. Só em mim e nas pessoas que amo. Se estou passando por um momento difícil ouço uma música, choro, e só. Fé, para mim, é sinônimo de esperança. Quando meu irmão morreu, até pensei: 'Poxa, se eu acreditasse em alguma coisa, seria mais fácil superar essa dor'". O irmão da atriz morreu por conta de um aneurisma cerebral aos 19 anos, quando ela tinha 15 anos.


Angelina Jolie


A atriz, cineasta e ativista humanitária americana Angelina Jolie é conhecida por ter um bom coração. Além de ajudar instituições de caridade, ela já adotou crianças que passavam necessidades na África. Mesmo assim, ela diz não acreditar em Deus: "Se Deus existe? Hmmm... Para algumas pessoas. Não precisa existir para mim. Não tenho necessidade de um Deus. Há algo espiritual nas pessoas, isso é uma coisa divina".

Antônio Fagundes

O ator na verdade é agnóstico. Ele não acredita que possa existir um Deus, mas também não duvida: "Não penso em Deus, acho difícil de acreditar. Como é só uma questão de fé, não dá nem para falar sobre. Acredito, sim, no homem ético, naquele que quer se colocar bem diante do próximo. Mas não preciso de Deus para isso. Não faço por medo, mas por convicção. Talvez eu tenha lido mais a Bíblia do que muito religioso por aí. Umas cinco ou seis vezes. Eu a li inteira. Já anotei, inclusive. Tem coisas muito interessantes. Mas também já li Alcorão, Alan Kardec, Mitologia Grega".


Brad Pitt

O ator americano resolveu se abrir em uma entrevista, e disse não ser 100% ateu. Porém, segundo ele, não é possível ter certeza absoluta sobre a existência ou não de um ser superior antes da morte: "Sou 20% ateu e 80% agnóstico. Ninguém sabe ao certo [Se existe uma força superior]. Você vai descobrir quando morrer ou não. Até lá, é inútil pensar sobre isso".

Vera Holtz

A atriz já quis ser freira, mas hoje já não acredita em Deus. Em entrevista ao jornal Extra, ela revelou que, quando mais nova, gostava muito de acompanhar a missa: "É que eu achava bonito os rituais da Igreja, que é muito teatral. Tem a luz, os personagens (padre, madre, coroinhas), a indumentária, as cores, os adereços todos.

A missa é um espetáculo! Sem contar o lado místico dos dogmas. Fiquei seduzida por esse universo durante um tempo, mas rompi com tudo isso quando saí de casa, jovenzinha". Hoje ela prefere não seguir uma religião: "Eu já não consigo acreditar naquele Deus que me apresentaram: semelhante ao homem, mas com superpoderes. Super-heróis, para mim, só os da Marvel, de que sou fã".


Emma Thompson

A atriz e roteirista britânica não acredita em Deus e diz ter receio quando o assunto é religião. Ela entende que todo o sistema religioso é angustiante e os "livros sagrados" são responsáveis por defender questões que ela considera ofensivas e abomináveis: "Sou ateia. Eu ligo a religião ao medo e à dúvida. Me sinto ofendida com algumas coisas escritas na Bíblia e no Alcorão".


Gregório Duvivier

Assim como Dráuzio Varella, o ator também é ateu e acredita que deveria existir mais respeito por quem não acredita em Deus. Em entrevista ao "UOL", ele deu sua opinião sobre o polêmico assunto: "O Brasil é um país difícil para os ateus porque nós somos uma minoria realmente pequena. É um país onde todas as pessoas têm não só uma religião, mas várias, e onde acreditar em qualquer coisa parece mais sensato do que não acreditar em nada". E qual a sua crença?


Nando Reis

O cantor sempre ressalta ser agradecido pela vida. Porém, nem por isso ele acredita em Deus: "Eu não acredito. Ao mesmo tempo, tenho admiração e sou impactado pelo milagre da vida. Sou evolucionista.

Se eu acreditasse em Deus, jogaria sobre Ele todas as cagadas que eu fiz na vida. Você tem de acertar as contas com a sua consciência. Se existe Deus, é a minha consciência". Por conta das suas declarações sobre o assunto, ele já chegou a ser alvo de críticas na internet.


Julianne Moore

A famosa atriz confessa que se tornou ateia depois que sua mãe faleceu em 2009. Ela tinha 68 anos quando morreu de choque séptico. A terapia para superar essa triste perda a fez compreender que não existe um “lado de lá”: "Quando minha mãe morreu, há cinco anos, entendi que não existe nada além.

Nos impomos uma estrutura. Nos impomos ordem e narrativas para podermos entender as coisas. Ao contrário disso, não existe nada além de caos”.


Dráuzio Varella

O médico é ateu desde criança, mas mantém o respeito por todas as religiões. De acordo com seu pensamento, as pessoas têm a necessidade de criar saídas para a vida eterna, já que não estão preparadas para o fato de que todos vamos morrer. E completa: "Sou ateu e mereço o mesmo respeito que tenho pelos religiosos.

Os religiosos que têm dificuldade para entender como alguém pode discordar de sua cosmovisão devem pensar que eles também são ateus quando confrontados com crenças. O ateu desperta a ira dos fanáticos, porque aceitá-lo como ser pensante obriga-os a questionar suas próprias convicções".


Chico Buarque

O famoso cantor e escritor brasileiro cresceu em um ambiente católico, mas hoje também se considera ateu. Em entrevista à revista Brazuca, editada na França, ele explicou a decisão de não seguir nenhuma religião: "Eu não tenho crença. Eu fui criado na igreja católica, fui educado em colégio de padre.

Eu simplesmente perdi a fé. Mas não faço disso uma bandeira. Eu sou ateu, como o meu tipo sanguíneo é esse".


Alinne Moraes

A atriz acredita na linha "você é seu próprio Deus". Em entrevista ao jornal "O Globo", ela não hesitou ao se posicionar sobre o assunto: "É estranho isso, mas eu tenho acreditado cada vez mais em poucas coisas.

Quando eu tinha menos de 20 anos, costumava responder que era muito nova para dizer no que acreditava. Hoje, como eu não sou mais tão nova assim, sinto que devo me posicionar. As pessoas te cobram, querem que você acredite em alguma coisa. Eu acredito em mim, tenho fé em mim. Eu sou meu próprio Deus. Sou escrava da minha própria criação".

Pedro Bial

O jornalista já declarou algumas vezes que é ateu e que não conseguiu acreditar em Deus nem diante da morte, quando há cerca de dois anos precisou passar por uma cirurgia cardíaca. Aos 60 anos, o apresentador da Rede Globo declarou que não conhece nenhum bom jornalista que acredita em Deus: “Eu não acredito em p**** nenhuma, aí não posso dizer que tenho fé.

E isso é mal de profissão. Eu não conheço nenhum jornalista que acredita em alguma coisa, pelo menos nenhum bom jornalista, e eu me considero um jornalista razoável”.


Jodie Foster

A premiada atriz, diretora e produtora de cinema norte-americana Jodie Foster já deu algumas declarações afirmando que não pertence a nenhuma religião: "Sou ateia. Mas adoro religiões e seus rituais.

Mesmo sem acreditar em Deus". De forma isenta, a celebridade também revelou que cria seus filhos para que eles próprios façam a sua escolha no futuro. Para isso, ela costuma mostrar diferentes crenças, culturas e religiões aos filhos para dar-lhes opção.


Malu Mader

Em uma entrevista concedida em 2005 ao programa Fantástico, a atriz Malu Mader revelou que agradeceu a Deus após ter sido submetida a uma cirurgia para a retirada de um cisto benigno do cérebro.

Mas explicou que o agradecimento não foi em nome dela, mas de sua mãe, que é uma católica devota. A atriz já confessou algumas vezes que não acredita que haja um deus criador de todas as coisas. Porém, quando vai desejar coisas boas a alguém, acaba usando expressões como “vá com Deus”.


Ian McKellen

O ator de “O Senhor dos Anéis” e “X-Men” reconhece que Deus pode, sim, existir, mas ressalta que Ele nunca fez nem fará parte de sua vida. Em uma das suas declarações polêmicas, Ian disse que toda vez que se hospeda em um hotel em que há uma bíblia, arranca as páginas com passagens contra os gays.

Além disso, durante coletiva de imprensa do filme "O Código da Vinci", ele sugeriu que a bíblia viesse com um aviso na capa com os dizeres "isso é ficção".


Lima Duarte

O veterano ator, diretor, radialista, dublador e apresentados brasileiro Lima Duarte revelou ser ateu no lançamento do livro ''Caim'', de José Saramago, em 2009 e não ser adepto a nenhuma religião.

Na obra, o escritor ridiculariza passagens da Bíblia e aponta contradições de ordem diversa. Porém, Lima Duarte ressaltou que não precisa "ficar amando Deus pelo avesso", tal como o autor português ganhador do Prêmio Nobel.


Javier Bardem

O renomado ator espanhol Javier Bardem, que já ganhou o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante em "No Country for Old Men" contou que foi criado como católico, mas que depois da morte de seu pai, se sentiu obrigado a rever seus conceitos e hoje não acredita mais em Deus.

Questionado sobre o assunto, ele brincou: "Sempre disse que não acredito em Deus. Eu acredito no Al Pacino (diretor de cinema)".


Arnaldo Jabor

O cineasta e jornalista Arnaldo Jabor disse que aprendeu a ser ateu com os jesuítas: "Eles traumatizaram tanto, que falei: Não é possível que essa gente tenha razão”. Jabor sempre criticou os males causados pelas crenças, como o comportamento do atirador que matou 12 estudantes em uma escola no Rio.

Em entrevista à revista "Trip", ele relembrou o caso: "O massacre dos meninos no Rio de Janeiro foi um massacre religioso, com a matança dos inocentes de Herodes. O assassino foi o anjo da morte de um Deus louco".


Cássia Eller

Quando era mais jovem, a cantora e compositora Cássia Eller pretendia ser freira, e até seus 17 anos era muito religiosa. "Ia a missa, ajudava na paróqioa, sabia os hinos de cor."

Porém, com o passar do tempo, ela ficou sabendo que a Bíblia havia sido escrita em aramaico e traduzida para o latim. A partir daí começou a achar então que a Bíblia não passava de uma fantasia.


Oscar Niemeyer

Foto: Mondadori Portfolio via Getty Images
Um dos nomes mais renomado da arquitetura moderna brasileira de todos os tempos, Oscar Ribeiro de Almeida Niemeyer Soares Filho também era ateu.

No dia do seu enterro no dia 7 de dezembro de 2012, o pastor Mozart Noronha chegou a citar o fato: “Acredito que essa seja a primeira vez em que se reúnem dois padres, um pastor e um rabino para celebrar a alma de um ateu".


Deborah Evelyn

A atriz brasileira do Rio de Janeiro, Deborah Evelyn de 52 anos não acredita em Deus e não tem medo opinar sobre o assunto. Em 2011, ela concedeu uma entrevista ao jornal "Estadão" e foi bem sincera ao admitir que não segue nenhuma religião e também não tem certeza sobre a existência de Deus: “Fé é uma coisa que ou você tem ou não tem. E eu nasci sem fé”.


Juca Kfouri

O jornalista esportivo Juca Kfouri já chegou a citar um texto do médico Dráuzio Varella, em seu blog, para pedir respeito aos ateus.

Ele também já se declarou contrário aos jogadores que manifestam sua crença no campo de futebol, atribuindo gols a Jesus. Em julho de 2009, ele escreveu na Folha de S.Paulo: “Está ficando a cada dia mais insuportável o proselitismo religioso que invadiu o futebol brasileiro”.


Ricardo Boechat

O famoso jornalista, apresentador e radialista Ricardo Eugênio Boechat revelou em 2011, em seu programa FM Band, que vinha recebendo inúmeros e-mails e cartas de leitores tentando convertê-lo ao cristianismo. Isso aconteceu porque o jornalista nunca escondeu sua descrença.

Para ele, os ateus são minoria e sofrem muito preconceito por isso. Concorda? O jornalista é conhecido pela sua credibilidade e bom humor, e costuma dizer rindo que é o único âncora careca da televisão brasileira.


Seth MacFarlane

Criador de “Uma Família da Pesada” e “American Dad”, o norte-americano cresceu em uma família católica, mas costuma fazer piadas sobre o assunto em seus programas. Para ele, as religiões não conseguem provar o que acreditam: “Na batalha da ciência x religião, a ciência oferece evidências reais para tudo o que defende.

Já a igreja diz: Ah, está tudo aqui neste livro, vê? Aquele escrito por pessoas que achavam o sol era mágico".


John Malkovich

Apesar de evitar o polêmico assunto, o ator, produtor, empresário e diretor estadunidense John Malkovich de 65 anos é também bem cético sobre a possível existência de Deus.

Em certa ocasião, John Malkovich foi bem frio ao dar sua opinião. Ele afirmou que acredita nas pessoas, nos humanos e até nos carros, mas não acredita em algo que ele não consegue ter nenhuma evidência, como a existência de um Deus.

 
José Wilker

Criado em uma família muito religiosa, o ator não escondia sua descrença em Deus. Em uma entrevista ao portal "iG" em 2010, ele explicou os motivos de ser ateu: “Durante meus anos de formação, me despertou a mais absoluta descrença em valores que eles [padres] transmitem, ao tentar vender ideias que, no exercício diário, eram opostas ao que pregavam. As respostas que eu obtinha não eram satisfatórias às minhas perguntas".


Bruce Lee

Além de ator e lutador de artes marciais, Bruce Lee era também filósofo. Você sabia disso? Ele apoiava suas teorias usando a luta como metáfora para seus ensinamentos, sempre focado na libertação do espírito por um autoconhecimento maior.

Questionado sobre qual religião seguia, ele afirmou que "nenhuma". Também em 1972, quando perguntado se acreditava em Deus, Lee respondeu: "Para ser perfeitamente franco, na verdade não". Bruce Lee foi considerado um super humano evoluído e muito inteligente.


Luis Fernando Veríssimo

O escritor brasileiro usou seu bom humor ao confessar em uma crônica que não acredita em Deus: “Só acredito naquilo que posso tocar. Não acredito, por exemplo, em Luiza Brunet”.

Em uma entrevista, ele disse não ser contra a religião, apesar de seu pai ter sido agnóstico. Filho de mãe religiosa, ele foi católico até os 14 anos. Hoje, ele considera a religião “como consolo” para as pessoas.


Björk

Quando o assunto é religião, a cantora e compositora islandesa de 53 anos Björk explica que 90% das pessoas de seu país responderia ao questionamento "Em que você acredita?" com um "em mim mesmo".

E ela se coloca dentro desse grupo de pessoas que não acredita em Deus: "Eu tenho minha própria religião. Se tenho um problema, não existe Deus nem Alá para me salvar. Tenho de resolver eu mesma".


Jack Nicholson

Aos 81 anos, Jack Nicholson é o último da nossa lista de ateus. O famoso ator, cineasta, produtor e roteirista americano de Hollywood bem que queria, mas não consegue acreditar em Deus.

Em uma entrevista para a "Vanity Fair" em 1992, ele falou sobre o fato de não ter uma religião: "Não acredito em Deus agora, mas ainda sinto inveja de quem tem alguma fé". E você, acredita em Deus?

Ricky Gervais 
Em 2007, declarou em uma rádio britânica que é ateu e que "Não existe a possibilidade de um casamento religioso entre nós, diante de Deus, porque Deus simplesmente não existe".

Sigmund Freud

Conhecido como o pai da psicanálise, Sigmund Freud foi um dos maiores gênios da História, no estudo da mente humana. Dono de teorias, estudos e frases marcantes, Freud foi um dos pesquisadores e estudiosos mais importantes para a história da humanidade. Nasceu em 1856, em Freiberg, Morávia, onde hoje é a República Tcheca. Aos 17 anos, ingressou na Universidade de Viena, no curso de Medicina.

Notório por ser um aluno brilhante, durante os anos de faculdade, trabalhou intensamente no laboratório de neurofisiologia, até formar-se em 1881. Freud tornou-se especialista em doenças nervosas e criou uma nova teoria, a qual estabelecia que as pessoas, que ficavam com a mente doente, eram aquelas que não colocavam seus sentimentos para fora. No que diz respeito às suas crenças, Freud dizia que só acreditava no que podia ser observado.


Stephen Hawking

Stephen Hawking foi um dos físicos mais brilhantes de todos os tempos. Em várias ocasiões, escreveu sobre suas crenças. Assim como muitos especialistas da área, só acreditava no que se podia comprovar a existência. O físico também disse uma vez que apenas a ciência pode desvendar certos mistérios e que, por isso, não precisamos de Deus para tal. Foi no estudo dos buracos negros, que ele deixou sua contribuição mais famosa para a ciência.

A outra grande contribuição do cientista é mais teórica. Ele relaciona, em seus estudos, a teoria da relatividade de Albert Einstein, com estudos sobre mecânica quântica. Enquanto a primeira tenta explicar o Universo e a relação entre tempo e espaço, a segunda diz respeito a átomos e partículas.

Hipátia de Alexandria

Hipátia nasceu em Alexandria, no Egito, por volta do ano de 355. Filha de Theon, que era matemático, filósofo, astrônomo e um dos últimos diretores do Museu de Alexandria, decidiu seguir os caminhos do pai. Ou seja, lutou pela busca do conhecimento. Mas isso lhe custou a vida: foi assassinada por defender o racionalismo científico grego. Ou seja, a do raciocínio como lógica de pensamento. Embora não fosse cristã, ensinou muitos. Tornou-se um símbolo dos direitos das mulheres e seu trabalho ajudou a estabelecer o movimento feminista do final do século XX.

Andrei Sakharov

Sakharov participou do projeto soviético para construir a bomba atômica, sob a direção de Igor Kurchatov, em 1948. Em 1950, idealizou um reator nuclear de fusão controlada, o ‘tokamak’. Já em 1951, inventou o primeiro gerador magnetoimplosivo, comprimindo campos magnéticos, por meio de explosivos, a que chamou Gerador MK. Em 1953, ensaiou o “canhão de plasma” impulsionado por geradores MK.

Mesmo sendo um eminente físico nuclear soviético e socialista, Sakharov foi símbolo da coragem civil e da consciência russa. Destemido, lutou pela justiça e pela democracia com cartas abertas, greves de fome e entrevistas à imprensa. Protestou contra o tratamento forçado de presos políticos em clínicas psiquiátricas e ergueu a voz, contra a invasão das tropas soviéticas no Afeganistão.


Ayn Rand

Ayn Rand foi uma escritora, roteirista e filósofa norte americana. Suas ideologias incomuns e atemporais são capazes de impactar as raízes da sociedade e revolucionaram a vida de muitos, que se tornaram adeptos. Em sua época, enfrentou inúmeras dificuldades. Foi forçada a usar o sobrenome de seu marido, proibida de votar e não tinha direito à liberdade individual. Apesar disso, quebrou paradigmas, tornando-se produtora de conteúdo numa época completamente dominada por homens.

Thomas Edison

Thomas Edison foi um dos maiores inventores da humanidade. Sua maior invenção foi a lâmpada elétrica. Chegou a registrar um total de 1.093 patentes. Edison era um racionalista e era também antagônico em relação à religião. Dizia que era uma mentira. Afinal, as religiões e seus livros sagrados foram criados pelos homens.

Albert Einstein

Albert Einstein foi um dos pais da ciência moderna, além de um entusiasta dos direitos humanos. De família judaica, nasceu na Alemanha. Viveu e estudou na Suíça, voltou à Alemanha e se mudou para os Estados Unidos, quando Adolf Hitler (1889-1945) chegou ao poder, em 1933. Ao longo da vida, defendeu a utilização da ciência para fins pacíficos e o controle mundial sobre o uso da energia atômica. Sua contribuição à ciência foi a Teoria da Relatividade”. Em uma entrevista, concedida em 1929, declarou ser agnóstico.






Se Odin não existisse, como os cristãos explicam que a Eda Poética diz que Odin existe? Não é a prova da existência de Odin?

Se Zeus não existisse, como os cristãos explicam que a Teogonia diz que Zeus existe? Não é a prova da existência de Zeus?

Se Brahma não existisse, como os cristãos explicam que os Vedas dizem que Brahma existe? Não é a prova da existência de Brahma?

Se Cthulhu não existisse, como os cristãos explicam que O Chamado de Cthulhu diz que Cthulhu existe? Não é a prova da existência de Cthulhu?

Se o Superman não existisse, como os cristãos explicam que os quadrinhos da DC dizem que o Superman existe? Não é a prova da existência do Superman?

Se Darth Vader não existisse, como os cristãos explicam que Guerra nas Estrelas diz que Darth Vader existe? Não é a prova da existência de Darth Vader?

Se Voldemort não existisse, como os cristãos explicam que os livros do Harry Potter dizem que Voldemort existe? Não é a prova da existência de Voldemort?

Se Sauron não existisse, como os cristãos explicam que O Senhor dos Anéis diz que Sauron existe? Não é a prova da existência de Sauron?

Se Aslan não existisse, como As Crônicas de Nárnia explicam que Aslan existe? Não é a prova da existência de Aslan?

Como diria o Capitão América (que também existe, segundo os quadrinhos da Marvel) "eu posso fazer isso o dia todo" 😁

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