Lula e os estádios
Fez 18 universidades federais e ampliou centenas de outras. Instituiu as cotas, ENEM, PROUNI, SISU, Ciencias sem fronteiras, Mais médicos e amploiu o FIES.
Não houve negação e nem propina na compra de vacina.
Os estádios foram construídos com recursos do próprios clubes ou pelos estados com recursos do BNDES.
Foram nos governos do PT que os programas sociais tiveram os maiores investimentos, tanto na saúde, ( veja quem criou o programa mais médicos) como na educação, minha casa minha vida, bolsa família, segurança e outros mais;
Os estádios de futebol (a que tantos ficam batendo nessa surrada tecla) houveram muitas parcerias com as iniciativas privadas nestas construções e reformas de alguns, e isto gerou muitos empregos tanto nestas construções e reformas como na área de turismo, hotelarias, comércios em geral, redes alimentícias e transportes tanto aéreo quanto terrestre, portanto no período da copa houve um salto da economia no país, portanto a copa mesmo com os investimentos nos estádios trouxe muitos benefícios para o país, mesmo nos melhoramentos das cidades, vias, praças, aeroportos e rodoviárias.
Bolsonaro cortou 95% da Educação, INSS, saúde e meio ambiente em Orçamento das bolsas de estudos e pesquisas em plena pandemia enquanto o ministro da educação distribuía bíblias e cobrava propina em ouro.
Bolsonaro corta verbas de educação, INSS, saúde e meio ambiente em Orçamento
INSS, saúde e meio ambiente em Orçamento
Corte de R$ 3,2 bi nas contas do ano atingem principalmente os ministérios de Trabalho e Previdência, Educação, Desenvolvimento Regional e Cidadania
https://www.infomoney.com.br/politica/bolsonaro-corta-verbas-de-educacao-inss-saude-e-meio-ambiente-em-orcamento/A segunda maior redução foi feita no Ministério da Educação, totalizando R$ 740 milhões. Entre as áreas impactadas, está o programa Educação Básica de Qualidade, com redução de aproximadamente R$ 400 milhões. Também foi travado um repasse de R$ 34,4 milhões para apoio à consolidação, reestruturação e modernização das instituições federais de ensino superior.
Em relação ao funcionamento e gestão de instituições hospitalares federais, vinculadas ao Ministério da Educação, o corte foi de R$ 100 milhões.
Ainda entre os maiores cortes em ministérios, estão as pastas do Desenvolvimento Regional (- R$ 459 milhões), Cidadania (- R$ 284 milhões), Infraestrutura (- R$ 177 milhões), Agricultura (- R$ 87 milhões) e Saúde (- R$ 74 milhões).
Governo Bolsonaro corta 97,5% do dinheiro para construir creches em 2023
Bolsonaro corta mais de R$ 1 bi na educação e escolas e universidades podem fechar
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Luiz Carlos Toledo Pereira
1 — Pandemia não se combate com hospitais. Nem os mais ricos países do mundo têm hospitais suficientes para atender 10% da população em uma pandemia sem isolamento.
2 — Nenhum país constrói milhares de UTIs e deixa guardadas, sobrando, sem uso nenhum, durante anos, somente para aguardar uma possível pandemia. Existem outras prioridades.
3 — A ida muitos doentes de uma pandemia para os hospitais significa que houve uma falha nas medidas preventivas. A boa qualidade do combate à uma pandemia consiste justamente na capacidade que o país tem de evitar a internação em massa de pacientes, pois é totalmente impossível existir hospitais e UTIs e pessoal médico suficientes para uma pandemia descontrolada.
4 — Países ricos, mas negligentes, como EUA e alguns europeus, com enormes sistemas hospitalares, viram os hospitais entrarem em colapso por não terem levado à sério as medidas de isolamento.
Enquanto isso, Nova Zelândia, Canadá, Alemanha, Portugal, Japão e outros que fizeram lockdown rígido por alguns dias, tiveram poucos mortos e nunca lotaram seus hospitais.
Nenhum país rico teve sucesso no combate à pandemia por possuir muitos hospitais.
Ao contrário do Brasil, fizeram isolamento para frear a velocidade da contaminação e compraram grandes estoques de vacinas, com meses de antecedência.
Pelos planos de Bolsonaro, que não é coveiro, eu hoje não seria um jacaré vacinado, mas sim um esqueleto magro.
5 — A pergunta faz parte da uma campanha de um governo especialista em terceirizar a culpa por seus fracassos e irresponsabilidades. Ninguém poderia adivinhar uma futura pandemia.
Mesmo sem estádios, o dinheiro não teria sido gasto exclusivamente em hospitais, mas dividido entre diversas outras obras necessárias.
Mesmo que tivessem construído somente hospitais, eles nunca teriam quantidade suficiente de UTIs e respiradores, porque não teria como adivinhar o tipo de pandemia e quais equipamentos seriam necessários.
As UTIs não estão lotadas por falta de mais hospitais, mas sim porque perderem o controle da pandemia, por não a levarem a sério.
O governo federal não orientou a população, boicotou o isolamento, estimulou aglomerações, combateu o uso de máscaras, não comprou vacinas e nunca assumiu a coordenação dos trabalhos.
Ou seja, o governo não tomou nenhuma das conhecidas medidas que outros países tomaram para evitar o colapso dos hospitais.
Trata-se apenas de uma tentativa jogar para 10 anos atrás a culpa do total fracasso do governo que é hoje internacionalmente reconhecido como o pior do mundo no combate à pandemia.
Bolsonaro cometeu muitos crimes. Principalmente ao não comprar vacinas oferecidas em 2020 e mandar cancelar as compras de outras
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