Crime e Corrupção de Bolsonaro
- Deixou faltar oxigênio em hospitais durante a pandemia
- PREVARICAÇÃO - não criou um programa nacional de combate à pandemia
- CRIME ELEITORAL - A PRF impediu eleitores de se deslocar até os locais de votação. Depois descobriu-se que haviam feito uma pesquisa sobre os locais onde houve mais votos para o adversário
- crimes eleitorais cometidos na forma de benefícios oferecidos, no último trimestre anterior ao pleito, a taxistas, caminhoneiros e aos cadastrados no bolsa família;
- uso da data cívica do 7 de setembro para grandes comícios do imbrochável;
- uso do "Gabinete do ódio" e das milícias digitais no Whatsapp, Telegrama e YouTube
- Aparelhamento do Estado, que permitiu que a PRF funcionasse impedindo eleitores de chegar aos locais de votação (e nos dias subsequentes à derrota do Inominável, ignorando a insania das manifestações golpistas).
- uso da ABIN para espionar adversários políticos
- uso do cartão corporativo para pagar combustível das motociatas, cada uma custando cerca de 100 mil reais em gastos com segurança, logistica, hospedagem etc. além dos gastos no cartão
- Zoofilia - Confessou que, ainda jovem, estuprava galinhas para satisfazer sua concupiscência nascente.
- Peculato - Ele é suspeito da prática de rachadinha, que é o hábito de contratar aspones e ficar com o salário deles. Isso durante seus dias como deputado.
- Terrorismo - foi acusado de planejar ataques terroristas para pedir aumento de salário. Quando era militar.
- infração de medida sanitária preventiva;
- falsificação de documento particular;
- emprego irregular de verbas públicas;
- crimes contra a humanidade, nas modalidades extermínio, perseguição e outros atos desumanos;
- crime de responsabilidade devido à "violação de direito social"
- crime de responsabilidade devido à "incompatibilidade com dignidade, honra e decoro do cargo"
- diversas tentativas de golpe de estado
- Caixa 2 - https://www.metropoles.com/colunas/rodrigo-rangel/exclusivo-o-caixa-2-de-jair-bolsonaro-no-planalto
- genocídio Yanomami
- incentivo ao desmatamento e ao garimpo
- venda de refinaria pela metade do preço
- tentar entrar com jóias recebidas de outro país sem integrá-las ao acervo presidencial ou declarar à receita
- gasta R$100 mil em uma padaria em um único dia
- 107 imóveis
- relacionamento com milicianos e acusados do assassinato de Mariele Franco e Anderson
- Prevaricação no caso das propinas da Covaxin;
- arrancou máscaras de crianças e incentivou outras a tirá-las.
- ofereceu a Amazônia para ser explorada a All Gore
- charlatanismo: incentivou o uso de remédios que, além comprovadamente ineficazes contra a COVID, ainda tinham efeitos nocivos.
- incitação ao crime;
O escândalo da venda ilegal de joias pode levar Jair Bolsonaro (PL) à prisão. Mas o ex-presidente não responde somente a este caso. O processo corre dentro do inquérito das milícias digitais no Supremo Tribunal Federal (STF), que também tem outras quatro linhas de investigações: os atos antidemocráticos, os ataques ao processo eleitoral, a disseminação de desinformação durante a pandemia e a tentativa de golpe de Estado. Há também inquérito sobre o suposto envolvimento do capitão reformado em um esquema de fraude nos seus registros de vacinação contra a covid-19, usado em viagens ao exterior.
A jóias
A Polícia Federal (PF) confirmou que o ex-presidente tinha conhecimento das tentativas de seus aliados de vender as joias presenteadas ao Brasil por delegações estrangeiras. As mensagens encontradas no celular apreendido do tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, confirmam que o ex-mandatário sabia das negociações.
No último dia 17, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Jair Bolsonaro e de sua esposa, Michelle Bolsonaro, com o objetivo de identificar se o dinheiro adquirido com a venda de joias da Presidência foi repassado ao ex-presidente. 
A decisão de Moraes ocorreu no mesmo dia em que o advogado do tenente-coronel Mauro Cid, Cezar Bittencourt, informou que seu cliente admitiria que vendeu as joias da Presidência da República a mando de Bolsonaro e que teria entregado em espécie o dinheiro obtido. O valor pode ter ultrapassado R$ 1 milhão.
Segundo a corporação, foi montada uma ofensiva para driblar o registro dos presentes pelo setor do Palácio do Planalto responsável por catalogar os objetos. Fariam parte do esquema o ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, o tenente-coronel Mauro Cid; seu pai, o general da reserva Mauro César Lourena; o segundo-tenente do Exército Osmar Crivelatti, braço direito de Mauro Cid; e o ex-advogado da família Bolsonaro Frederick Wassef.
Eles foram alvo de uma operação da PF – batizada de Lucas 12:2, em referência ao versículo da Bíblia que diz "não há nada escondido que não venha a ser descoberto, ou oculto que não venha a ser conhecido" –, deflagrada em 11 de agosto, com mandados de busca autorizados pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF. Para o magistrado, há indícios de que o esquema foi realizado por determinação de Bolsonaro.
O que se sabe até agora sobre a venda nos EUA das joias presenteadas a Bolsonaro?
Em nota, a PF afirmou que "há fortes indícios de que os investigados usaram a estrutura do Estado brasileiro para desviar de bens de alto valor patrimonial entregues por autoridades estrangeiras ao Presidente da República (...) com o intuito de gerar o enriquecimento ilícito do ex-presidente Jair Bolsonaro".
Os valores obtidos com as vendas teriam sido "convertidos em dinheiro em espécie e ingressaram no patrimônio pessoal dos investigados, por meio de pessoas interpostas e sem utilizar o sistema bancário formal, com o objetivo de ocultar a origem, localização e propriedade dos valores".
A Polícia Federal também está compartilhando todos os detalhes da investigação com o FBI, a agência federal de polícia dos Estados Unidos. Isso pode fazer com que Jair Bolsonaro, Mauro Cid e Mauro César Lourena sejam submetidos a investigações no país da América do Norte por possíveis infrações financeiras, como lavagem de dinheiro e utilização de contas bancárias para esconder valores ilícitos. Além disso, o FBI deverá conduzir investigações sobre as empresas, lojas e indivíduos que adquiriram as joias, a fim de determinar se tinham ciência da origem ilegal dessas peças.
Inquérito das milícias digitais
A operação de busca realizada em 11 de agosto foi um desdobramento do inquérito do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a atuação de milícias digitais, relatado no Supremo Tribunal Federal pelo ministro Alexandre de Moraes. O inquérito começou a partir da investigação dos atos antidemocráticos de 2020. Segundo a PF, a organização responsável por aqueles atos foi responsável por toda a escalada golpista até chegar aos ataques ao sistema eleitoral em 2022.
No total, o inquérito tem cinco linhas de investigação que se relacionam entre si: os atos antidemocráticos, os ataques ao processo eleitoral, a disseminação de desinformação durante a pandemia, a tentativa de golpe de Estado e o uso do Estado para obter vantagens pessoais, como a venda dos presentes. Todos esses eventos teriam sido mobilizados pelo mesmo grupo de aliados e colegas de Jair Bolsonaro, o que justifica a Operação Lucas 12:2 ter partido do inquérito das milícias digitais.
Alexandre de Moraes unifica investigações sobre milícia digital e ataques a urna eletrônica
No caso de suspeita de utilização do aparato estatal para obter vantagens, até o momento não havia evidências suficientes para implicar diretamente Jair Bolsonaro nas investigações. Isso se deve ao fato de que a apuração das transações suspeitas realizadas por membros da equipe liderada por Mauro Cid ainda estava em curso.
As novas descobertas da PF, no entanto, podem implicar Bolsonaro diretamente na comercialização ilegal das joias e outros objetos de valor presenteados ao Estado brasileiro, já que há mensagens que mostram que o ex-presidente teria recebido o dinheiro da venda dos itens.
Gabinete do ódio
Também no âmbito do inquérito das milícias digitais, a Polícia Federal enviou um relatório ao Supremo Tribunal Federal (STF) no qual aponta para a existência de uma milícia digital responsável por um “gabinete do ódio” que atuava contra as instituições democráticas do país e opositores.
“Observa-se também que, além de promover ataque aos veículos tradicionais de difusão de informação (jornais, rádio, TV etc.) e de estimular a polarização e o acirramento do debate, a organização utiliza essa estrutura para atacar de forma anônima diversas pessoas (antagonistas políticos, ministros do STF, integrantes do próprio governo, dissidentes etc.), tudo com o objetivo de pavimentar o caminho para alcance dos objetivos traçados (ganhos ideológicos, político-partidários e financeiros)”, escreveu a delegada da PF Denise Ribeiro, que assina o documento.
Ribeiro ainda resumiu como se dá a atuação do grupo em quatro processos. O primeiro é a eleição: quando o grupo escolhe quem são os alvos. Depois a preparação, ou seja, a elaboração dos conteúdos a serem publicados. Em terceiro, o ataque em si com a publicação de agressões e notícias falsas. Por fim, o gabinete faz a reverberação, que é o cruzamento das postagens e as retransmissões.
PF confirma a existência do “gabinete do ódio” em relatório enviado ao STF; leia o documento
A delegada também informa que o grupo atuou na difusão de informações falsas sobre a pandemia de covid-19. “Como exemplo, entre outros, pode-se citar a questão do tratamento precoce contra a covid-19 com emprego de hidroxicloroquina/cloroquina e azitromicina.”
Apesar de apontar para a existência do gabinete de ódio, a delegada explicou que a investigação deve prosseguir. “Há, da mesma forma, lacunas que precisam ser preenchidas, indicadoras da necessidade de realização de novas diligências voltadas à individualização dos fatos praticados, com indicação de autores e partícipes”, completou a delegada.
Ataques ao processo eleitoral
O ex-presidente já foi condenado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a oito anos de inelegibilidade por abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação ao realizar ataques ao processo eleitoral durante uma reunião com embaixadores pouco antes das eleições de 2022. A propagação de desinformação sobre as urnas eletrônicas, no entanto, também é objeto de investigação no STF no inquérito das milícias digitais.
O ministro Alexandre de Moraes determinou, em maio do ano passado, que as investigações relacionadas aos ataques de Bolsonaro às urnas eletrônicas e à suposta atuação de uma milícia digital contra a democracia fossem conduzidas de forma conjunta.
TSE forma maioria para tornar Bolsonaro inelegível por oito anos
A decisão foi tomada em resposta a um pedido da Procuradoria Geral da República (PGR), que argumentou que unificar as duas investigações é essencial antes de tomar uma decisão sobre a possibilidade de denunciar o capitão reformado. O inquérito referente aos ataques proferidos por Bolsonaro ao sistema eleitoral teve início de 2021, após o então presidente ter disseminado informações falsas sobre as urnas durante uma transmissão ao vivo nas redes sociais.
"A Polícia Federal realizou diversas diligências e concluiu que os elementos de interesse obtidos durante a investigação corroboram a essência da forma de atuar desse grupo de pessoas, em convergência com o modo de agir já apresentado ao Tribunal Superior Eleitoral por ocasião do inquérito administrativo instaurado também em decorrência da promoção da live", escreveu Moraes à época.
Fraude em cartão de vacinação
De acordo com a Polícia Federal (PF), há indícios de que Bolsonaro sabia do esquema de fraude nos seus registros de vacinação contra a covid-19, já que as carteiras de vacinação dele e de sua filha mais nova contêm registros falsos de imunização. O tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens e braço direito do ex-presidente, teria sido o coordenador do esquema. Cid está preso desde o dia 3 de maio.
“Jair Bolsonaro, Mauro Cesar Cid e, possivelmente, [o assessor] Marcelo Costa Câmara tinham plena ciência da inserção fraudulenta dos dados de vacinação, se quedando inertes em relação a tais fatos até o presente momento", diz um trecho de uma representação da PF.
O atual assessor do ex-presidente, Max Guilherme Machado de Moura, confirmou em depoimento à Polícia Federal que emitiu um certificado de imunização contra a covid-19 em seu nome, mesmo sem ter se vacinado.
Edição: Felipe Mendes
Crimes pelos quais Bolsonaro é acusado no relatório da CPMI do 8/1
- 1. Associação criminosa
O crime está previsto no artigo 288 do Código Penal Brasileiro e consiste em “associarem-se 3 ou mais pessoas para o fim específico de cometer crimes”. A pena pode variar de 1 a 3 anos.
- 2. Violência política
Previsto no artigo 359-P do Código Penal Brasileiro, a violência política se caracteriza por “com emprego de violência física, sexual ou psicológica, o exercício de direitos políticos a qualquer pessoa em razão de seu sexo, raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. A previsão é de reclusão de 3 a 6 anos e multa.
- 3. Abolição violenta do Estado Democrático de Direito
O crime previsto no artigo 359-L do Código Penal Brasileiro consiste em “tentar, com emprego de violência ou grave ameaça, abolir o Estado Democrático de Direito, impedindo ou restringindo o exercício dos poderes constitucionais”. A pena pode variar entre 4 a 8 anos.
4. Golpe de estado
O golpe de Estado caracteriza-se por “tentar depor, por meio de violência ou grave ameaça, o governo legitimamente constituído”, conforme o Código Penal Brasileiro. A previsão é de reclusão de quatro a 12 anos.
Relatora diz que Bolsonaro é “mentor moral” dos atos do 8/1
Na leitura do relatório, Eliziane começou dizendo que “é de conhecimento notório que Jair Messias Bolsonaro nunca nutriu simpatia por princípios republicanos e democráticos. Prova disso é a extensa documentação trazida ao conhecimento desta CPMI e que comprova tais fatos”.
A relatora responsabilizou o ex-presidente pelo ataque aos Três Poderes chamando-o de “mentor moral” dos atos.
A senadora afirmou que Bolsonaro, à época presidente, “alimentou a violência entre a população brasileira durante vários eventos no período pré-eleitoral de 2022” e “descredibilizou por diversas vezes o processo eleitoral”.
Sobre os acampamentos em quartéis ao redor do Brasil, classificados como de “teor golpista” no relatório, Eliziane apontou que “nunca houve qualquer discurso ou pedido de Jair Bolsonaro para que os acampamentos fossem desmobilizados – na prática, houve verdadeiro ‘silêncio eloquente’ do então ocupante do posto de presidente da República, incentivando os acampados a permanecerem nos locais”.
Ela também citou que “há fartos indícios de que Bolsonaro se utilizou da Polícia Rodoviária Federal, por meio do então diretor-geral Silvinei Vasques” como “instrumentalização do aparato estatal para permanência no poder”.
Por fim, ela cita uma “minuta de golpe” entregue em mãos a Bolsonaro pelo então assessor internacional da presidência da República, Filipe Martins, “fato que teria sido presenciado por Mauro Cid, então ajudante de todas as ordens de Bolsonaro”.
OUTRAS ATITUDES IRRESPONSÁVEIS
A proposta para o vice-presidente dos EUA de explorar juntos a Amazônia.
A provocação gratuita à China, não apenas uma grande potência mundial, mas também o nosso principal parceiro comercial já provocou retaliações.
Essa loucura não conhece limites, nem os de vida. Bolsonaristas chegaram a brincar de “O Dia do Fogo”, está lembrado disso? Nesse dia as queimadas aumentaram em 91% na Amazônia. Os focos de incêndio aumentaram em 300%. Árvores de 200, 300 anos de vida foram queimadas. O reflorestamento (se acontecer) nunca mais devolverá essas árvores e muito mais da biodiversidade. As fumaças escureceram os céus aqui de São Paulo, a mais de 2 mil quilômetros de distância, mostrando como o clima pode ser afetado em todo o Brasil e até no resto das Américas. Hoje já estamos no limite da linha de savanização, o processo rumo à desertificação. E não haverá volta. O “Dia do Fogo” nunca acabou na Amazônia .
A destruição da Amazônia tem provocado retaliações. Já no começo do governo, Noruega e Alemanha cancelaram suas contribuições financeiras voltadas à preservação da mata e da sua biodiversidade. Como se não bastassem as queimadas e desmatamento, os rios já estão contaminados por mercúrio do garimpo ilegal, que contamina peixes (muitos só existentes lá), que contaminam populações ribeirinhas e índios.
Europeus já votaram no mês passado sobre a aplicação de sanções ao Brasil no caso de ruptura democrática. Bolsonaro já prometeu no mínimo uma, e bem grave: ele quer colocar mais 5 juízes no Supremo Tribunal Federal. Com mais dois juízes que ele indicaria, na substituição dos que vão se aposentar, e os dois “terrivelmente evangélicos” que já colocou, ele teria total domínio para seus desmandos. Essa foi exatamente a tática empregada por Chavez para tomar o poder na Venezuela.
A promessa da expansão armamentista está mantida. Por mais que se fale em limitações, a demonstração dada pelo Bob Jeff ao resistir à prisão demonstra que essas limitações são muito elásticas. Para começar, ele nem poderia possuir arma por estar em prisão domiciliar. Além disso, a sua licença de CAC só era válida para Brasília, e ele estava no Rio. E ele usou armamento pesado, que incluiu um fuzil e três granadas de uso restrito ao Exército. A facilidade da aquisição de armas está permitindo que elas se espalhem não apenas a bandidos (que as adquirem através de laranjas, quando não as roubam) mas também a pessoas sem preparo psicológico, como um ministro que atirou em uma funcionária em um aerporto.
Vários vídeos mostram que patrões inescrupulosos voltaram a fazer como faziam nos anos 50: obrigar a votar em quem interessa a eles. A tendência é fazer com que funcionários percam direitos, como 13º, férias e salário-mínimo.
A Educação talvez tenha sido a área que mais sofreu com cortes de verbas. Não interessa ao governo Bolsonaro a formação de intelectuais, gente capaz de pensar. Universidades públicas tenderão a ser privatizadas.
Hoje 95% das pesquisas científicas são realizadas em universidades públicas.
Você prefere ter a chance de lutar com liberdade contra a corrupção ou ver, completamente impotente, o seu país se destruir sem com isso ficar livre da corrupção.
A Polícia Federal concluiu que Bolsonaro cometeu crime ao vazar informações sigilosas da justiça eleitoral. Não foi indiciado apenas por ter foro privilegiado. Como fica a imagem de político honesto dele, agora que é comprovadamente um criminoso?
Por que você acha que o Bolsonaro quer novamente o foro privilegiado? Porque ele sabe que vai diretamente para a cadeia ao perdê-lo em razão dos crimes cometidos durante a administração da pandemia, principalmente no caso de Manaus.
E o caso Marielle Franco, assassinada por seus amiguinhos (de dentro do seu condomínio de luxo)?
Vendeu uma refinaria de R$22 bilhões por R$11 bilhões para um ditador saudita, recebe uma propina milionária em jóias, e não consegue botar as mãos na propina.
O cara vende até a mãe para receber propina e usa descaradamente um banco público (e a PRF, e a PF) para tentar se reeleger, e nem assim consegue!!!
A descrição de cada um destes crimes você pode conferir na reportagem Bolsonaro cometeu crimes comuns e de responsabilidade, diz CPI; veja lista:
O fim do sigilo dos cartões corporativos mostrou outros crimes de apropriação indébita. Lembram do escândalo que foi o deputado que pagou uma tapioca usando cartão corporativo? Jair praticou o mesmo ato, só que um milhão de vezes mais, e praticou outros crimes que estão sendo apurados. Por exemplo, como é que um sujeito ? Alguma coisa podre não está cheirando bem.
O ladrão mestre como um rato covarde miliciano que sempre foi FUGIU para os EUA para não ser preso por seus inúmeros crimes cometidos( rachadinha, formação de organização criminosa em seu gabinete e de seus herdeiros + assassinato da vereadora Marielle) desde a época que era deputado até seu último dia de seu péssimo mandato na presidência que soma-se crime de corrupção em barras de ouro, genocídio, ecocídio, envolvimento em assassinatos de indigenistas e ambientalista britânico até os crimes de tentativa anti-democrática de golpe e terrorismo contra o estado de direito), diferente do Lula que ficou no Brasil, pois não foi covarde,, foi julgado por um juízeco canalha ladrão, provou sua inocência e hoje e graças aos mais de 60 milhões de Brasileiros derrotamos democraticamente nas urnas o fascista, é o nosso Presidente da República. Deu de mimimi, acabou, aceita que dói menos.
O bolsonarismo é antidemocrático, mentiroso, desonesto, inescrupuloso, aproveitador, proto-fascista, golpista, violento, avesso à lei e grosseirão, que abriga grupos supremacistas, neonazistas e outras flores do autoritarismo.
https://fb.watch/icfnwUXX9B/?mibextid=2Rb1fB
Discurso de fraudes nas urnas
https://fb.watch/h-27qhncNZ/?mibextid=2Rb1fB
Bolsonaro é o pior presidente da história do Brasil
https://www.instagram.com/p/CmpNA3ytgAd/?igshid=MDJmNzVkMjY%3D
SEGUIDORES
Ataques terroristas de 8 de janeiro de 2023
https://www.facebook.com/paulomorani/videos/1376363593100291/?sfnsn=wiwspwa&mibextid=2Rb1fB
Roberto Jefferson
A inconsequência de um bolsomínion, o Bob Jeff, recebendo a polícia a balas e granadas é só um exemplo do que pode acontecer conosco se nós nos deixarmos governar por loucos. Essa loucura do Bob Jeff nada mais é que cópia do que o chefe faria:
Bomba colocada em caminhão de combustível
https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=pfbid02NSDeM9X63hFWDNDgfisHa9rMdmo2Vp7VoVXYe5xR3WEemmEa6wqZSaUb9YwcoiqUl&id=1782683841&mibextid=NnVzG8
PF encontra na casa de Torres minuta de decreto para mudar eleição
https://www.youtube.com/watch?v=Hl3sJm6qHJc
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Explosão em clube de tiro em Manaus
https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2023/01/15/em-manaus-explosao-em-clube-de-tiro-deixa-quatro-mortos-e-um-ferido.htm
Silas Malafaia vai fugir e isso mostra que perderam totalmente a esperança de golpe.
https://www.facebook.com/watch/?extid=WA-UNK-UNK-UNK-AN_GK0T-GK1C&mibextid=2Rb1fB&v=663039688836416
https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=pfbid0KCbaABnSYEjtSK3BNCMHrTmeD3xvR2YAKgGcDP1j3xPFYNBmvK4ezjcY2byk49FVl&id=100016400042041&sfnsn=wiwspwa&mibextid=2Rb1fB
https://fb.watch/hKCL_TtAtt/?mibextid=2Rb1fB
"Um imenso hospital psiquiátrico a céu aberto, como nunca se viu, milhares de pessoas em delírio, dizem coisas sem sentido, desconexas e mentirosas.
Elas saíram de um mundo que não se sabia existir e esperam por um salvador, um líder, ou qualquer coisa que lhes conforte e acalme a alma perturbada.
Há uma curiosa identificação entre estes seres de todos os lugares.
Eles têm dificuldades imensas em aceitar os outros como são (juízes, libertários, mestres, cientistas, especialistas, progressistas, filósofos, jornalistas, entre outros).
Gritam por liberdade, divindade, família, propriedade e patriotismo reverberando o próprio grito, sem saber direito o que significam.
Ao dispensar a ciência e a filosofia e acreditar cegamente em alguma religião só sabem valorizar coisas unilaterais e práticas em suas vidas egoísticas.
Dado o grau de comprometimento e a distorção de suas visões de mundo transformaram-se em fundamentalistas.
Como não conseguem ver a si mesmos, transformaram-se naquilo que criticam e atribuem aos seus adversários.
Não temos ideia de que seja possível um esclarecimento em massa.
Por isso as pessoas de bom senso passaram a ter medo do futuro, porque eles são muitos e estão entre nós. Um retrato do nosso Brasil." Faculdade de Direito do Largo São Francisco !! Esses zumbis precisam ser interditados e impedidos do convívio social com pessoas do bem! Precisam de tratamento isolados do convívio.
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